Técnico da AVIPE desde 2011, desempenha funções de consultoria em viticultura e de pesquisa e desenvolvimento em diversos projetos europeus e nacionais. Considera que apenas com uma vertente aplicada da investigação será possível o envolvimento dos agricultores e a adopção das práticas e técnicas sugeridas. Tem ainda dedicado algum tempo a microvinificações de castas poucos conhecidas ou dos ensaios de campo que desenvolve.
Joaquim Miguel Costa é Professor Auxiliar e investigador no Instituto Superior de Agronomia (ISA) da Universidade de Lisboa desde 2017, onde tem vindo a lecionar nas áreas da viticultura e da horticultura. Entre 2020 e 2023 coordenou também a linha temática de investigação Grapevine & Wine no centro de investigação LEAF. A sua investigação centra-se na ecofisiologia do stress abiótico na videira, fenotipagem e eficiência no uso da água em viticultura e horticultura. É autor de diversas publicações científicas e técnicas nas áreas da ecofisiologia da videira e da sustentabilidade da vitivinicultura e da horticultura protegida. Em 2022 recebeu uma Menção Honrosa da OIV e o Prémio CNOIV pela edição do livro Improving 'Sustainable Viticulture and Winemaking Practices' (Elsevier/Academic Press), realizado em colaboração com colegas do ISA e das universidades de Udine e das Ilhas Baleares.
José Silvestre é, desde 2003, doutorado em Engenharia Agronómica pelo Instituto Superior de Agronomia (Universidade Técnica de Lisboa). Atualmente é Investigador Auxiliar no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), tendo como domínio de especialização a ecofisiologia da vinha e olival. Entre os seus interesses de investigação salientam-se a adaptação às alterações climáticas; relações hídricas da vinha e respostas a stresses abióticos; medição e modelação da evapotranspiração; condução, programação e estratégias de rega; modelação cultural; agricultura 4.0; sensores IoT de baixo custo; desertificação. Outras competências/atividades: Participou em mais de 40 projetos de investigação; tem integrado grupos de trabalho na área da ecofisiologia e das alterações climáticas. É autor / coautor de dois livros, quatro capítulos de livros e de cerca de setenta trabalhos publicados em revistas científicas e técnicas, portuguesas e estrangeiras, ou apresentados em manifestações científicas. Tem integrado comissões científicas e/ou de organização de simpósios internacionais e nacionais. Atualmente é o ponto focal da Iniciativa Emblemática Agricultura 4.0, da Estratégia Terra Futura.
Gonçalo Morais Tristão, 63 anos, advogado, agricultor e dirigente associativo.
Licenciatura em Direito, pela Universidade de Lisboa (1979/1984) e pós-graduação em Estudos Europeus, pela Universidade Católica Portuguesa (1984/1985).
Advogado inscrito na Ordem dos Advogados, desde 1986 e of Counsel na PRA-Raposo, Sá Miranda & Associados, Sociedade de Advogados, desde 2021.
É também agricultor, gerindo uma exploração familiar com áreas de olival de sequeiro, de montado de sobro e de culturas anuais de regadio, nos concelhos de Redondo e Alandroal.
Nos últimos 25 anos desempenhou vários cargos no setor agrícola, nomeadamente nas seguintes instituições cuja esfera de intervenção está associada à temática da água e ao azeite:
COTR – Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio, onde é Presidente da Direcção, desde Maio de 2015 Associação de Beneficiários do Lucefecit, onde colabora desde 2002 e, desde 2006 desempenha funções de Presidente da Direção.
FENAREG – Federação Nacional de Regantes de Portugal, onde é Vogal da Direção desde 2014, tendo iniciado a sua colaboração em 2008.
CEPAAL – Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo, onde é Presidente da Direcção, desde 2016.